Cachimbo de Água
Poesia & Arte
05 agosto 2026
É ou não o é?
É evidente, é ou não o é?
Na mão semeando o fogo
Do dorso a noite que sonhou com o meu sonhar, na esquina do amar
Que dorme na cama do luar, a esfinge, finge
Galopar as palavras que o livro lança contra os meus sentimentos, de já nada sentir, e ir
E
Sorrir.
05/08
19:16
Da invisível, e mãe, a terra ou
Da invisível, e mãe, a
terra ou
o desejado desprezo que
habita o silêncio de cada gotícula de sémen envenenado
mas por omissão e
descuido, será o capim cinzento
o cansaço de uma mão
que escreve, e que
desenha no outro muro
o destino, e
É dia nas ostras e nos
caranguejos, é outra vida
no sentido e alma
desconhecida, em vivida
a madrugada que nunca foi
a madrugada
porque da noite, e sempre
que chora a noite
a noite adormenta a
palavra nunca escrita, e será
que a chuva é o tempo,
que não sabe que o vento, e depois
da tempestade passar,
hoje
o será?
05/08
06:16
