Tão triste, anda o sol
Se a noite, um dia
O aproveitar, que a lua
Triste, ausente
Talvez, ela sente
A tristeza, do sol e o
silêncio do mar
Tão triste, anda o sol em
seu girar
Que a lua, que a lua não
tem mais luar.
15/09
02:28
Poesia & Arte
Tão triste, anda o sol
Se a noite, um dia
O aproveitar, que a lua
Triste, ausente
Talvez, ela sente
A tristeza, do sol e o
silêncio do mar
Tão triste, anda o sol em
seu girar
Que a lua, que a lua não
tem mais luar.
15/09
02:28
No azul-amar, se rios
e mares, distantes
doentes,
ou ausentes,
na voz, a disfarçada gota
de água
que dança sobre o gelo,
que come e que dorme, na
dor
e da porta que se abre,
aqui
quase dia, quase
outra cidade.
Pegava na tua mão, e dava
duas voltas
ao sol, e três curvas, ao
luar.
14/09
03:20
Eram as flores do
destino, cada rua
Parecia um jardim, um
jardim poético
Cansado do vento, triste
Como a noite, como a gente.
Alegre, nunca o foi, nem
lua
O soube ser, tinha medo, medo
do luar
E medo, do seu escrever
E medo, o medo de sonhar.
Eram as flores do destino,
sentindo
A chuva ardente do
silêncio, na outra
E distante madrugada, ao
longe um rio,
E na mão, uma espada.
13/09
19:16
Que seja a última
Mortalha da noite, que
seja
A janela mal fechada, a
porta
Arrombada, que seja a
última, minha
Flor,
Flor da madrugada.
Que seja o peixe
sapiente, o livro
Em transe, de pernas
cruzadas, sobre a mesa
Que seja, a sobremesa, do
almoço
Do
Jantar, que seja amor,
que seja
O te amar.
Que seja o cansaço do
dia, que
Seja, literatura, sono
Insónia,
Ou
Poesia.
Que seja a morte, até
Que seja o triciclo, a
bicicleta
Ou mesmo, andar
A pé,
Que seja o sofrimento,
que seja dor
Paixão, loucura
Ou
Ou a última mortalha da
noite.
13/09
04:07