poesia, é sentir o
silêncio da água
é olhar o sorriso de uma
ribeira, ao longe, e de tão longe
cada degrau um alento,
que quase noite, eu me sento
e depois, e depois me
deito
cansado, cansado
poesia, o orvalho, que
são os teu seios, que alimentam os teus seios
mas a noite tudo consome,
e vomita
quando é noite, noite em
meu esqueleto
e na minha boca, um
pedaço de sono
15/03/2025, 19:46

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