A serra no silêncio da última noite, havia uma fotografia que não tinha motor nem maré ausente para beijar o fogo, e a noite era quase orvalho quando o fogo brincava na rua, não era
A serra a luz que eu procurava, e também
Não era a noite a paixão que sobre mim, caiu.
E o pincelar da chuva na boca faminta da serra, era o dia na esquina do amar,
Ruas depois, as palavras eram árvores no chão da tarde, mas
O meu sonhar pertencia ao vento, e ele
O levou para outro mar, não
Não sei como se chama esse mar, e esse vento
Porque o fogo era apenas um pássaro, que voava
Na ausência do ser.
20/09
09/07