somos o que arde, dentro
havia janelas de sono,
havia um mar de insónia
somos o que arde, neste
labirinto de imagens
que cada pedra lançada, é
um novo poema que cresce
em mim.
somos esta fogueira, esta
miséria sem terra
prisioneiro de uma
espada, que espera
até ao limite do complexo
silêncio, que quero a verdade
e
saber porque sobejam em
mim, as lágrimas
em seios migalhas de um
sonho.
em mim, somos o quer arde
nesta fogueira de
espingardas de brincar, e correr
sobre os lençóis de um
punhado de medo, cair
sobre o gelo, sobre a
manhã…
a morte.
18/01/2026, 19:28
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