me pertence o cansaço, e o vértice
entre quatro palavras, os
olhos parecem as cerejas
que inventam nas pétalas
do silêncio
a floresta de um olhar.
que o sangue se verte, e
o oceano barqueiro
migalha a migalha, é o
sítio
que mergulha na maré de
uma sigla, o outro
momento em despedida.
a floresta me olha,
sabendo que eu quero partir
e voar, e ser, e ter
o poema despedido,
despido na morgue
de um sonho.
18/01/2026, 12:52
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