foi o que senti, hoje
uma vertigem enamorada,
que se dissipa
e que se ergue sobre os
plátanos
e as outras migalhas, que
se avizinham
e que fogem do infinito,
e que se escrevem
na ribeira amordaçada de
um destino
foi o que senti, hoje
que a noite morreu dentro
de um cubo de vidro, que
ainda ontem era apenas um
silêncio
e que hoje, o senti
uma vertigem, um novo
rumo
e uma janela quase aberta
para o mar; a janela do teu olhar.
08/01/2026, 06:57

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