Era quase sol, o senhor do negro chapéu, eram quase água as suas mãos melódicas nas lágrimas de cristo, fugia do destino, semeava ervilhas numa pequena folha de papel, amarrotada pela idade do infinito, e que talvez um dia, do outro lado do rio,
A cadeira de lona que o
esperava,
Olhava-a e se sentava
como se este fosse o seu último desejo antes de partir.
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