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16 setembro 2025

 

Para os outros, para ti, sou o maluquinho, o louco, o desgraçadinho do abastecedor.

Mesmo estando completamente só, não tenho medo de continuar a minha caminhada.

Só.

04 maio 2025

Para onde caminha a imbecilidade humana, quando já as máquinas analisam e escrevem poesia e outro tipo de escritos.

As máquinas já são poetas; ordeno-lhe que me escreva um poema, e ele, enquanto eu escrevo a palavra amo-te no meu caderno, imprime-me o poema no ecrã. Muito mais rápido do que eu…

Mas será que esta máquina parva e estupida sentiu cada palavra que me escreveu?

Qualquer dia para amar e fazer amor já não serão preciso dois corpos em desejo, bastará apenas 2 interruptores e um fio; depois, não muito depois nem será preciso o fio…

É isto que desejam para os vossos filhos e netos?

Começo a ter medo a este futuro. 

Felizmente que não estarei cá por muito tempo…



26 março 2025

Quando percebes que todo o teu cansaço faz parte do processo de enterro do teu passado...

Começa a sentir-se mais leve o poeta!

25 março 2025

01 fevereiro 2025

Em vez de construirmos um escudo antimíssil, não seria melhor, digo eu que sou TOLO, não seria melhor destruir todos os misseis existentes na Terra, e não construir mais misseis?

Obrigado.

Os espermatozóides agradecem.


26 dezembro 2024

Tudo tão simples, pegar na tua mão, olhar os teus olhos que se perdem na lareira, um bom livro, o oceano pacífico da RFM, dois cálices de vinho do porto (porto cruz 2011), ouvir as tuas palavras embrulhadas no som da lareira, acariciar a tua coxa e deixar que a noite nos leve…


14 novembro 2024

Luz

 

Não preciso de riqueza

Fortuna,

 

Apenas preciso de um ponto de luz que me indique a saída da escuridão diurna, que a cada dia, se torna mais negra, mais escura…

05 novembro 2024

Sonhos...

Desistes dos teus sonhos quando percebes que não passam, todos eles, de uma mera ilusão.

27 outubro 2024

 

Escrever quando já nada faz sentido, tudo à minha volta é um amontoado de ruinas, eu próprio sou um pedacinho dessas mesmas ruinas. Escrever o quê? Quando o silêncio deixou de ser o silêncio

E a solidão,

E a solidão me incomoda.

Escrever para quê?

Escrever para os outros fazerem troça ou motivo de gozo, como se eu fosse o palhacinho cá da aldeia, escrever

Escrever para quê?

Se há muito morri numa noite de tempestade…

09 setembro 2024

 

Esta noite, enquanto saboreava um silenciado uísque e dava umas pinceladas, digitais, no ecrã deste portátil, é o que faz ter ecrãs tácteis, estive à conversa com a minha mãe; é verdade, não tenho vergonha de o dizer, que às vezes, preciso de conversar com ela.

 

E então ela:

Que estou diferente, muito, que estou mais calmo, que está a gostar muito de me ver com a Cristina, que até está admirada por eu ter mudado de vida.

 

Eu:

Escutava-a. E o quão ela tem razão.

 

E claro que os meus leitores irão pensar que eu estou louco, pois a minha mãe já morreu e como é possível, eu conversar com ela?

 

Apenas cerro os olhos e oiço-a!

06 setembro 2024

Falta-me fazer uma disciplina para terminar engenharia mecânica. Acabo de desistir porque não gosto de organização industrial, tão pouco, do professor. 


04 setembro 2024

Este é o meu diário.

Diário de bordo.

Alto-mar, Setembro/ 2024.


Odeio Setembro.

Pousei em Alijó, vindo de Angola, dia 21 de Setembro de 1971.

A minha mãe faleceu em Alijó, dia 21 de Setembro de 2019. 

Como querem que eu goste de Setembro?

O quereis mais de mim?

Mais,

Não vos posso dar.

Apenas isto.

Nada.

Mais.

Os teus olhos mágicos são as estrelas do mar,

E dos teus lábios de mel recebo o luar...

29 agosto 2024

 

aqui sou um pássaro desgovernado, uma nuvem pincelada de luz,

aqui,

tenho o som do silêncio