Para onde caminha a imbecilidade humana, quando já as máquinas analisam e escrevem poesia e outro tipo de escritos.
As máquinas já são poetas; ordeno-lhe que me escreva um poema, e ele, enquanto eu escrevo a palavra amo-te no meu caderno, imprime-me o poema no ecrã. Muito mais rápido do que eu…
Mas será que esta máquina parva e estupida sentiu cada palavra que me escreveu?
Qualquer dia para amar e fazer amor já não serão preciso dois corpos em desejo, bastará apenas 2 interruptores e um fio; depois, não muito depois nem será preciso o fio…
É isto que desejam para os vossos filhos e netos?
Começo a ter medo a este futuro.
Felizmente que não estarei cá por muito tempo…
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