A fisga apertava na mão,
errada.
O grito é sentido
pedindo à distância que o
ausente
e envergonhado,
o soldado,
o faz-tudo da localização
exacta
e além-mar na última
porta do oceano,
tenha no luar uma vírgula
lunar
e nocturna aventura,
nos lábios do vento.
E ele o sabia.
Na dispensa do coração
ele,
o soldado, ele escondia a
solução
e a solidão de um pequeno
grão de arroz,
tão pequeno como a
fogueira do silêncio,
e tão pequeno,
como o último poema que
escreveu,
que apenas teve no tempo,
o tempo,
e foi ao encontro da nova
madrugada.
Mas a fisga que a mão
lhe apertava,
mas a mão
que ao longe lhe acenava,
lhe pedindo,
lhe exigindo,
que o relógio escondido
no
alçapão do medo,
acordasse de uma só voz,
e olhou a geometria dos
tees,
e pensou; o que fazer, a
isto.
Isto,
sentindo o milhafre
doente.
12/10
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