A árvore do sentir,
desistir e sitiar a luz no cubo mais longínquo do universo mais escuro e nego
do que a saliência de uma mão em contramão e desarrumada na distancia de um
pedaço de pedra, o gelo que afixa, e avisa, no vidro da manhã,
Hoje.
Hoje por favor. Não.
Não.
05/10
19:46