No azul-amar, se rios
e mares, distantes
doentes,
ou ausentes,
na voz, a disfarçada gota
de água
que dança sobre o gelo,
que come e que dorme, na
dor
e da porta que se abre,
aqui
quase dia, quase
outra cidade.
Pegava na tua mão, e dava
duas voltas
ao sol, e três curvas, ao
luar.
14/09
03:20