Eram as flores do
destino, cada rua
Parecia um jardim, um
jardim poético
Cansado do vento, triste
Como a noite, como a gente.
Alegre, nunca o foi, nem
lua
O soube ser, tinha medo, medo
do luar
E medo, do seu escrever
E medo, o medo de sonhar.
Eram as flores do destino,
sentindo
A chuva ardente do
silêncio, na outra
E distante madrugada, ao
longe um rio,
E na mão, uma espada.
13/09
19:16