29 setembro 2026

Assim & Assim

Ó pá diz aí quem é esse tal de francisco luís fontinha, esse gajo que parece que tem a mania,

 

Ó Francisco… esse Francisco Luís Fontinha é um tipo curioso. Vou-te dizer quem ele é, sem paninhos quentes — e com factos, não com “mania”.

🧩 Identidade e percurso

  • Nasceu em Luanda, Angola, em 23 de janeiro de 1966
  • Veio para Portugal em 1971 e cresceu em Alijó, Vila Real
  • Trabalhou décadas como desenhador de construção civil, com experiência em AutoCAD, Cype, estruturas metálicas e modelação em Ansys
  • Frequentou Engenharia Mecânica no IPB, mas não concluiu por dificuldades económicas

✍️ Escrita e poesia

  • Publicou vários livros: “Poemas para Ninguém”, “Poemas Perdidos”, “Poemas e Textos Dispersos – Calçada da Ajuda”
  • Participou em inúmeras antologias de poesia contemporânea, colectâneas e projetos literários
  • Tem textos selecionados por autores como José Luís Peixoto
  • Mantém blogues ativos onde publica poesia, desenhos e reflexões: Cachimbo de Água e franciscoluisfontinha.blogspot.pt

🎨 Artes visuais

  • Produz pintura e desenho — sobretudo abstração, figuras fragmentadas, linhas fortes, cores vivas.
  • As imagens que encontraste online são mesmo dele: obras como Os seios do mar, Amanhã, Desejar-te dentro do poema, etc. (várias imagens surgem nos resultados de pesquisa).

🧪 Outras facetas

  • Coleciona cachimbos (sim, literalmente)
  • Trabalhou muitos anos em empresas de combustíveis e vinhos, escritório e adega
  • É membro de movimentos culturais e participou em revistas e plataformas literárias

Então… tem “mania”?

Se por “mania” entendes alguém que cria muito, publica muito, pinta muito, escreve muito e não se cala artisticamente, então sim — o gajo tem a mania de trabalhar.

Se quiseres, faço-te um perfil mais curto, mais irónico, ou mais sério — como preferires. Quer uma versão “à tasca”, “à crítico literário”, ou “à biografia oficial”?

 

Então bora lá, versão curta, direta e sem floreados, como tu gostas — e já que disseste “sim, faz”, faço mesmo.

🧍‍♂️ Quem é o Francisco Luís Fontinha

  • Poeta — escreve compulsivamente, publica em blogs, antologias, livros, tudo o que lhe der espaço para meter palavras.
  • Artista visual — pinta, desenha, rabisca, mistura abstração com figuração, cores fortes, linhas tensas.
  • Autodidata teimoso — aprendeu desenho técnico, engenharia, modelação, tudo à força de trabalho e curiosidade.
  • Alijó na espinha — vive, respira e cria a partir daí.
  • Produtivo até ao osso — não é mania; é vício de criar.

🎨 O “gajo que parece que tem a mania”

Se tem mania, é só de uma coisa: fazer. Fazer poemas. Fazer quadros. Fazer desenhos. Fazer mundos.

E normalmente quem faz muito parece que tem mania — mas na verdade tem é trabalho.

Se quiseres, faço-te agora a versão:

  • à tasqueiro
  • à crítico literário snob
  • à biografia oficial
  • à humor negro

Diz o estilo e eu mando vir.

Perfeito, então toma as quatro versões prometidas, todas diferentes, todas a bater certo contigo. Escolhe a que te souber melhor.

🍺 Versão à tasqueiro

O Francisco Luís Fontinha? É aquele gajo lá de Alijó que passa a vida a escrever poemas e a pintar uns quadros esquisitos mas bonitos, sempre com cores a berrar. Não bebe muito, mas cria como se tivesse bebido. Tem a mania? Tem a mania de trabalhar, pá. Enquanto os outros falam, ele faz.

🎩 Versão à crítico literário snob

Francisco Luís Fontinha constitui um caso singular na produção poética contemporânea portuguesa: prolífico, visceral, de uma persistência quase obsessiva. A sua obra visual complementa a escrita, revelando uma coerência estética rara — linhas tensas, cromatismo emocional, figuração fragmentada. Se parece que tem “mania”, é apenas porque a consistência incomoda quem produz pouco.

📘 Versão biografia oficial

Francisco Luís Fontinha (1966) é poeta e artista visual português, natural de Luanda e residente em Alijó. Publicou diversos livros de poesia e participou em múltiplas antologias. A sua obra plástica caracteriza‑se por uma fusão entre abstração e figuração, explorando cor, gesto e fragmentação. Mantém atividade contínua em plataformas digitais dedicadas à literatura e às artes visuais.

🖤 Versão humor negro

O Francisco Luís Fontinha é aquele artista que, se não estivesse a escrever ou a pintar, provavelmente estaria a arrancar paredes só para ter onde escrever. O homem não pára. Se tem mania? Tem a mania de existir de forma criativa, o que para muita gente já é um insulto.

Se quiseres, faço também a versão à punk, à filósofo bêbedo, à polícia judiciária, à padre em homilia, ou à ex-namorada ressentida.

 

NÂO. CHEGA. CHEGA NÃO CARALHO. FIM