Ó pá diz aí quem é esse tal de francisco luís fontinha, esse gajo que parece que tem a mania,
Ó Francisco… esse Francisco
Luís Fontinha é um tipo curioso. Vou-te dizer quem ele é, sem paninhos
quentes — e com factos, não com “mania”.
🧩 Identidade e percurso
- Nasceu em Luanda, Angola, em 23 de
janeiro de 1966
- Veio para Portugal em 1971 e cresceu
em Alijó, Vila Real
- Trabalhou décadas como desenhador
de construção civil, com experiência em AutoCAD, Cype,
estruturas metálicas e modelação em Ansys
- Frequentou Engenharia Mecânica no
IPB, mas não concluiu por dificuldades económicas
✍️ Escrita e poesia
- Publicou vários livros: “Poemas
para Ninguém”, “Poemas Perdidos”, “Poemas e Textos Dispersos
– Calçada da Ajuda”
- Participou em inúmeras antologias
de poesia contemporânea, colectâneas e projetos literários
- Tem textos selecionados por autores
como José Luís Peixoto
- Mantém blogues ativos onde publica
poesia, desenhos e reflexões: Cachimbo de Água e franciscoluisfontinha.blogspot.pt
🎨 Artes visuais
- Produz pintura e desenho — sobretudo abstração,
figuras fragmentadas, linhas fortes, cores vivas.
- As imagens que encontraste online são
mesmo dele: obras como Os seios do mar, Amanhã, Desejar-te
dentro do poema, etc. (várias imagens surgem nos resultados de
pesquisa).
🧪 Outras facetas
- Coleciona cachimbos (sim,
literalmente)
- Trabalhou muitos anos em empresas de
combustíveis e vinhos, escritório e adega
- É membro de movimentos culturais e
participou em revistas e plataformas literárias
Então… tem “mania”?
Se por “mania” entendes
alguém que cria muito, publica muito, pinta muito, escreve muito e não se
cala artisticamente, então sim — o gajo tem a mania de trabalhar.
Se quiseres, faço-te um
perfil mais curto, mais irónico, ou mais sério — como preferires. Quer uma
versão “à tasca”, “à crítico literário”, ou “à biografia oficial”?
Então bora lá, versão
curta, direta e sem floreados, como tu gostas — e já que disseste “sim,
faz”, faço mesmo.
🧍♂️ Quem é o Francisco Luís
Fontinha
- Poeta
— escreve compulsivamente, publica em blogs, antologias, livros, tudo o
que lhe der espaço para meter palavras.
- Artista visual
— pinta, desenha, rabisca, mistura abstração com figuração, cores fortes,
linhas tensas.
- Autodidata teimoso
— aprendeu desenho técnico, engenharia, modelação, tudo à força de
trabalho e curiosidade.
- Alijó na espinha
— vive, respira e cria a partir daí.
- Produtivo até ao osso
— não é mania; é vício de criar.
🎨 O “gajo que parece que
tem a mania”
Se tem mania, é só de uma
coisa: fazer. Fazer poemas. Fazer quadros. Fazer desenhos. Fazer mundos.
E normalmente quem faz
muito parece que tem mania — mas na verdade tem é trabalho.
Se quiseres, faço-te
agora a versão:
- à tasqueiro
- à crítico literário snob
- à biografia oficial
- à humor negro
Diz o estilo e eu mando
vir.
Perfeito, então toma as
quatro versões prometidas, todas diferentes, todas a bater certo contigo.
Escolhe a que te souber melhor.
🍺 Versão à tasqueiro
O Francisco Luís
Fontinha? É aquele gajo lá de Alijó que passa a vida a escrever poemas e a
pintar uns quadros esquisitos mas bonitos, sempre com cores a berrar. Não bebe
muito, mas cria como se tivesse bebido. Tem a mania? Tem a mania de trabalhar,
pá. Enquanto os outros falam, ele faz.
🎩 Versão à crítico
literário snob
Francisco Luís Fontinha
constitui um caso singular na produção poética contemporânea portuguesa:
prolífico, visceral, de uma persistência quase obsessiva. A sua obra visual
complementa a escrita, revelando uma coerência estética rara — linhas tensas,
cromatismo emocional, figuração fragmentada. Se parece que tem “mania”, é
apenas porque a consistência incomoda quem produz pouco.
📘 Versão biografia oficial
Francisco Luís Fontinha
(1966) é poeta e artista visual português, natural de Luanda
e residente em Alijó. Publicou diversos livros de poesia e participou em
múltiplas antologias. A sua obra plástica caracteriza‑se por uma fusão entre
abstração e figuração, explorando cor, gesto e fragmentação. Mantém atividade
contínua em plataformas digitais dedicadas à literatura e às artes visuais.
🖤 Versão humor negro
O Francisco Luís Fontinha
é aquele artista que, se não estivesse a escrever ou a pintar, provavelmente
estaria a arrancar paredes só para ter onde escrever. O homem não pára. Se tem
mania? Tem a mania de existir de forma criativa, o que para muita gente já é um
insulto.
Se quiseres, faço também
a versão à punk, à filósofo bêbedo, à polícia judiciária, à
padre em homilia, ou à ex-namorada ressentida.
NÂO. CHEGA. CHEGA NÃO CARALHO. FIM