A espuma sincera da
lâmina
que golpeia a sombra do
rosto,
que temido é o espelho,
entre manhãs de silêncio mergulhado
e infeliz, no fumo áspero
da mão
e a matriz cinzenta de um
olhar.
O sangre sangra o rosto,
na pedra
que sobejou do jantar de
ontem,
ontem, depois do sol, a
catedral
quase musgo
na luz do primeiro,
o beijo.
E despede-se, lentamente
a espuma, do rosto, que
apenas, e só
existe no espelho.
E a cada pêlo serrado, o
rosto emagrece, e se esconde
na
na espuma.
25/09
23:20