Se o dia me trouxer
a ânsia e a saudade,
do novo dia
que desenha a serpente
na vida de uma lua,
sempre ausente,
sempre na sua
Cor,
perfumada,
na ranhura,
a chave,
ao longe a fechadura
Que faz da cidade o vento
do limite,
quando a mão tende para o
infinito
Se o grito,
ou a verdade
Se
Um dia, eu acordar
e sobre mim,
A espada e a luz
do poema que acaba de
morrer.
28/07
05:18