Sábado
O ananás fatiado,
falecido
Sobre a mesa
Na água vírgula
O pão miolo
Da algema
A cama sémen na alvorada
A mesa
O prato
A faca molhada
A cadeira sentada
O pavimento adormecido
Sentindo
Sentido
O sábado
Que nunca mais acaba
Que ainda nem começou
Que ainda, que ainda não
é nada
E que já me irritou.
11/07
06:30