A água da última paragem, no silêncio do último sonho
Que ainda ontem era só uma pétala, e que hoje é o amor
E é a melodia da morte vestida de tinta, ao longe
Que está tão longe o fogo que também é silêncio
Que da água do clitóris floresce o dia e a luz e a princesa neve
A água da última vez que ainda era noite
E que hoje pertence ao jardim do castelo
Depois a chuva é quase gelo quando a tarde se esconde no teu sexo
Depois um pedaço de pão e beijar a boca da última também figueira
A água da última viagem no grito do sul
Quando dorme o corpo quase espuma
09/02/2026, 20:11
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