Rua, não
A água da última paragem, o moinho trocando sombras por vento, na cidade perdida, não
Se este pão é quase gelo, e o pincelar alimento
Sem saber que nome dar às telas de uma imagem, pó
Na tarde de uma janela.
E o moinho sentado, na cama há uma bala amordaçada e que gemia sentidos pêsames a cada hora assassinada
Na boa vida de um guarda-chuva, mas
Rua, não
Ao lado do mar não, que talvez seja um pedaço de pedra, vestido de tinta, vestido
De palhaço pobre.
04/01/2026, 21:32
