Onde estarei quando for
dia e das páginas deste livro, que o escrevo, que o dito
Acordar um silêncio
embebido em poesia
Que coloco a minha mão
nas águas do rio
Dos lábios de uma outra
mão
Onde estarei, se te tocar
Apenas, se o poema que é
meu, quando voltar a ser noite
Deixar de ser meu
E ser uma janela para o
mar
Onde estarei, quando da
terra que lavrei
E nela me cansei e que a
reguei, e que depois
E aos poucos
E aos muitos,
É outro livro, das
páginas de um novo amanhecer.
10/01/2026, 05:28

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