Azul te quero, eu
Saber o nome dos sonhos e dos soldados da chuva.
Ser menino e voar para o fogo, ter
Em mim o dia, e todas as pétalas dos relógios de brincar.
Azul o fui, e mais não o serei.
Te quero azul, te quero eu
Pincelar o céu de nocturna mão, que aleja
E que dorme na tarde lápide do meu sol, o azul
Será o silêncio da última paragem,
E ao longe o apito do último deserto da noite.
16/12/2025, 22:50
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