Era uma vez, há quanto tempo, tu sem tempo, não escreves, no meu olhar,
Amo-te.
Há quanto tempo, também o
vento, sempre sem tempo
Sempre arrojado,
destemido, é assim, o tempo
Mas, há quanto tempo,
esse vento desse mar, sem maré, sem mar algum, porque sempre, sempre
Sem tempo, o meu mar.
Há quanto tempo, sinto o
sorriso da corça, na lágrima da rocha, há quanto tempo o agora é
Areia, migalhas, tretas,
e muitas palavras,
Sempre sem tempo, elas
E eu.
Há quanto tempo, não
escreves na minha mão…
Vem, meu amor, amor sem
tempo!
17/12/2025, 22:11
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