Aqui está o destino, que era uma vez, da última vez, quando a estrada galgou o mar, e quando os automóveis comeram o mar, era uma vez
Quando o silêncio de tanto o ser, o gradeamento da janela começou a verter lágrimas, juro, não era a fingir, era uma vez a raiz quadrada de vinte e cinco, que após ontem, hoje
Cinco.
Terceiro esquerdo, de alguidar na mão, entretinha-se durante a tarde a procurar barcos, bem lá no fundinho do alguidar, e às vezes
De vez em quando, era uma vez um circo, umas vezes pertencia e depois, despedia-me, depois era
Era uma vez de novamente readmitido, poeta cessante, roulotte quase a caminho da estrada, a lareira, quase apagada, era uma vez
Um barco, um barco tão lindo como mais lindo o era quando em criança, e uma vez
O barco foi ao fundo.
Dorme.
Era uma vez um barco tão dorminhoco, que era uma vez que
Ainda o hoje se deita e dorme dentro da noite.
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