Não se pode parar a chuva,
É impossível aprisionar o
vento, quando ele em fúria
Entra casa adentro,
Se senta à lareira,
E morre como se fosse um
pequeníssimo fio de sémen na mão do poeta,
Não se pode parar a
ejaculação de um poema…
Da caneta de um poeta em
fúria.
15/11/2025, 13:52

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