Preciso
de encontrar
Rosas para te oferecer,
Perfume na minha mão, a tremer,
Procurando a chave do teu coração,
Devagarinho, leve como o silêncio, entrar,
E afugentar a tua solidão.
Sempre que vejo o teu olhar,
É triste e distante,
Tal como a noite a acordar
Ou o dia que não se sente...
Penso que em nada estou a pensar,
Mas penso. As rosas acabam por morrer
E tu sem me encontrar,
E jamais te recordarás de quem te as ofereceu...
Então..., um livro te vou oferecer,
E nunca esquecerás aquele que te o deu.
Perco-me no teu olhar
Manhã submersa em desalinho,
Vontade de não acordar,
Acordar de mansinho...
Encontro-me na tua tristeza,
Flor bela adormecida,
Que olha a tua beleza
Silêncio avalanche vencida.
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