Dizimados pelo fogo
incandescente
Vejo o homem do chapéu
negro partir
Sem destino e timidamente
escondido a sorrir...
O fogo encarna o meu
olhar incompreendido e vacilante!
A música recorda-me o
amanhecer
Que em tempos eu
compreendia a sua existência meramente oportuna,
E cansado de observar,
disperso no sonho, vejo a minha fortuna,
Vejo que o meu corpo
espera simplesmente a hora de falecer...
A canção que ouço, menina
do mar, apaga-se
No meu esconderijo
secreto e desconhecido!
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