havia um soalho que
durante a noite chorava, ou porque tinha frio,
ou porque lá fora geava,
talvez
mas ele que chorava, e
também havia uma criança que brincava, e que às vezes também chorava devido ao
frio que sentia.
havia um rio que de tanto
sorrir, também às vezes me dizia que amava uma flor que o vento lhe tinha
trazido, numa qualquer noite invernal e em dor, ou na página de um livro, mas
esse rio, também que às vezes, também
ele chorava,
e esse rio escondia,
e ele às vezes era tão
destemido, mas outras, se sentava
e que me olhava e que
também, às vezes, às vezes me dizia e
me segredava que me
amava.
e que depois…, também ele
que chorava,
das lágrimas desse rio, o
luar guardava, e que depois os dava
à criança que sonhava.
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