Sô bolos tudo mísero nas
lâminas invisíveis de cada fatia da noite, suspensa no ramo da árvore,
Sô bolos que ri, e que
espera que se abra a última porta do dia,
Sô bolos as espadas que
se me abraçam, e que depois se erguem, e que depois,
Morrem na minha mão que
da desgraça caiu.
Sô bolos o silêncio ruido
de um rio, quando dos seios, não
Talvez deseje partir,
correr sobre a espuma de uma desilusão,
Talvez me sentar, por que
não, talvez
Esperar, que seja lua e
que da lua, venha a palavra vestida e nua,
À procura,
De um sô bolos que grita,
que chora, que depois
Dorme na ânsia de que um
dia,
Sô bolos que ri…
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