Conheci uma pedra, uma
pedra que comia alfinetes, todo o tipo de alfinetes, e um dia
Pensando que sabia,
E que não o sabia, porque
é melhor não o saber,
Que uma árvore do signo
de aquário e com excedentes em alunagens semestrais, que um dia que sabia,
E que não o sabia,
Que o fogo ardia, que
este poema é uma porcaria,
E um belo dia, esta pedra
que eu, que eu ainda não conhecia,
E enquanto saboreava um
belo alfinete, mordendo-o e trincando-o, percebeu que algo de estranho tinha a
cabeça, a cabeça do alfinete,
E claro, dentro da cabeça
do alfinete, toda a matéria do Universo, e até
Até o próprio céu,
Vocês acreditam nesta
merda?
Eu acredito.
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