o oiro cinzento na
floresta de uma lâmina de barbear, se a rocha o quiser, ela me há-de soterrar
me transformando em limo,
o fumo
na espuma do mar
e o oiro deixou de ser
luz, o oiro é hoje um ponto negro na capa de um livro,
é uma teia de aranha na
vidraça
partida
ou até, um beijo pedido
o oiro cinzento na
floresta de uma lâmina de barbear, também já não é um poema sofrido, ou o livro
esquecido
na criança um olhar.
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