eu sou a porta. eu sou a
janela de olhar vendado,
o veado, do silêncio ao
xisto, no corpo, a mão, o outro cardume, um outro homem, eu sou o barco, a
velocidade do néon na coxas de uma árvore,
e sou o destino, o
franzino menino, na estrela primeira manhã,
sem o teu olhar. e que
não mais te quero ver, sentir-te, estar perto da tua sombra enlutada, a voz…,
madame de uma só sílaba, eu sou a porta, a janela dos barcos encarnados, eu sou
os seios da espuma, que desce e escreve, no teu corpo
que nunca mais, mais te
quero ver, sentir-te,
porque,
porque eu sou a porta, e
a partir de agora…
estou encerrado...
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