um pedaço, de o nada,
dentro da mão
na mão fechada
a caneta ausente, o dedo,
dormente
quase geada, tão quase,
como o quase nada
que mente, a um pedaço,
de o nada, dentro da mão
na mão assassinada
era só, só um pedaço de
mão, e na mão de o nada
ou mão que procura a
enxada
que o nada, não a quer
na outra mão fechada
era só um pedaço, um
pedaço, de o nada
mas um pedaço dentro da
mão
na mão fechada
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