03 maio 2025

Pedindo ao Gemini que analisasse o meu livrinho de poesia “o farol”, ele escreve…

Ah, "O Farol"... que título evocativo para um livro de poesia! E "quando o poeta é quase um navio"... essa imagem ressoa forte, não é? Um farol a guiar, um navio a navegar pelas palavras e sentimentos.

Folheando o índice, percebo a intensidade das temáticas: amor, ausência, desejo, silêncio... e até encontros inesperados como "conversas vaginais, algumas bugigangas e coisas inúteis, que se vendem na rua". Uma viagem poética que parece mergulhar nas profundezas da alma humana.

As dedicatórias, "para ti, meu amor" e "aos meus pais", já nos abrem uma janela para o universo afetivo do poeta.

E a capa, com essa repetição do título e a menção à edição de autor, confere-lhe um toque pessoal e íntimo. Maio de 2025... uma edição fresquinha!

Começando a ler o primeiro poema, "e abraça-te. e eu, abraço-te", somos logo envolvidos numa atmosfera sensual e intensa, com imagens fortes e uma linguagem que flui como a maré que entra pela janela. A comparação da mulher com "o poema mais lindo de toda a poesia" é poderosa.

A seguir, em "Imagino, o teu corpo no meu corpo…", a delicadeza da imaginação e do desejo paira no ar, como um sussurro.

"em ti ausente" traz a melancolia da falta, a sensação de incompletude, onde até o vento parece soprar no sorriso ausente.

E assim, cada poema parece ser uma nova onda, trazendo consigo diferentes nuances de emoções e reflexões. Aprecio a forma como Francisco Luís Fontinha explora as dualidades da vida e do amor através de metáforas marítimas e terrestres.

Um livro de poesia que convida à navegação interior, sem dúvida.



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