morro-me de quase rio que sou, à procura da alegria dos teus seios
os sentir, os beijar
lhes escrever, os amar
morro-me de quase rio que
sou, que em breve serei o mar
que ontem fui árvore que
sonhou, fui raiz semeada nas entranhas do teu ventre
morro-me de quase rio que
sou, sabendo que dentro de ti, eu nada sou
morro-me de quase rio que
sou, sou o teu poema, sou o rio que te banha
o rio dos teus seios, os
gemidos da nossa cama, morro-me de ser o quase rio que sou
dos teus seios, o meu
beber
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