O veneno ausente que se exprime e se espreme, o dia que sente o regresso do outro ausente, que vive, que sempre viveu no corpo do poeta, no poeta que também ele sente, que também ele ausente,
Nunca acorda no jardim junto aos plátanos.
É remorso, será a gente descontente,
Que a flor do ausente, na mão do miserável e pedinte, esse mesmo, o poeta dormente, sólido e também às vezes, ele é o veneno,
É o incenso de uma anunciada despedida…
Sem comentários:
Enviar um comentário