Foi poema que não tinha nome, depois foi a lua, e a chuva em labirintos de fome,
Foi manhã quase janela para o mar, foi canção de amar,
Foi estrela vestida de gaivota, foi criança que não mais volta,
Foi tempestade e foi
Saudade,
Foi dor que já não dói, foi tristeza, e hoje é o dia de luz quando o livro é um círculo quase mel, quase também palavra nos teus lábios,
Foi poema, e hoje...
É uma pedra na estrada depois do silêncio do teu corpo!
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