Sete as tuas luas na mão do poeta, milhões, as palavras dos teus olhos
Dourado silêncio que inventa na tua boca os gemidos nocturnos de uma insónia,
Sete as tuas luas na constelação desejar, sete beijos nas sete nuvens
Do teu corpo,
Sete carícias na tua pele, quase neve, quase inverno de um dia estúpido, pouco eficaz e talvez, também
Um dia de luz quando o livro é uma pedra na mão de um desejo;
Desejar-te em sete noites dos sete prazeres da vida.
Sete olhares felinos, tantas são as sete palavras de um poema, depois,
Sete lágrimas na despedida...
E deixei de sentir as tuas sete luas.
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