O meu corpo quase transparente como o silêncio de um olhar, quase também palavra de sofrer no inferno chão da sanzala, o meu corpo quase também uma fotografia de ontem sabendo que hoje não vou encontrar os teus lábios na jangada do desconhecido vento,
O meu corpo quase socalco fictício quase também um sorriso na boca da chuva,
E sinto o crescente rio na despedida do sol, e talvez também me ausente das lágrimas que foram tantas, e hoje são estrelas e são luas e são, quase também
Luares de primavera.
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