Procuro o silêncio do teu corpo na maré das das minhas mãos quase espuma quase pássaro sobre o rio dos teus seios,
Quase vento sentindo o teu cabelo disperso no chão do desconhecido desejo,
Se no teu corpo florir a noite que traz também outro silêncio, e de outra maré,
O silêncio do teu corpo em fogo na despedida de um olhar, outrora mar,
E que hoje é apenas uma palavra que brilha no teu coração quase todo ele um poema que voa na boca do destino...
Procuro o silêncio do teu corpo na maré das minhas mãos quase pecado, em te tocar na avidez de uma lágrima.
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