Não te quero ver triste pai, não interessa quando vai acordar a primavera, se depois a lua o quiser, duas pedras lançadas contra o vento, enquanto isso
A quarta maré em silêncio, quase disto era a lua, mas depois
Acordou, fez-se flor
Amou,
Deserdou os seus descendentes, abriu a janela para o outro abismo, capaz de erguer-se no último guindaste do cais de desembarque, este barco pai
Não tem nome escrito nos lábios, e das estrelas
Afunda-se na terra cansada, a viagem sob o destino, cada numeração
Uma lápide sobre a cabeça, se da cabeça
Uma outra lua, numa outra tristeza, assim
Até o dia, e depois da noite
Assim,
Sentado na margem do rio, que se despede de ti, e de mim
Na outra lágrima da manhã…
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