toco-te, escrevo no teu corpo o cansaço da noite
poiso a minha mão na
tua pele, quase geada, às vezes
toco-te, e olho as
estrelas
e olho a lua
e olho o mar pela
janela
toco-te, e escrevo em
ti
é quase noite, meu
amor, é quase dia…
é quase palavra, que
sou
e é dor
é quase noite, meu amor
está na hora das
árvores recolherem aos seus aposentos
está na hora de fechar
a janela, e esconder o mar
dentro deste poema
está na hora, meu amor
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