O beijo da chuva se das coisas impossíveis uma mentira também como tudo apenas mentiras. Há pouco ou ontem ou hoje ou quase amanhã, escrevi que ninguém me escreve, na verdade
escrevem-me anonimamente. Um homem suponho que homem que me acusa de lhe ter roubado a mulher. Uma mulher, suponho que o seja, não me acusa de nada, mas que me ama.
E o beijo da chuva se das coisas impossíveis um lápis com o meu nome desenhar no chão terra da chuva o arco íris mais envenenado do que o problema veneno do sol.
O beijo da chuva,
um barco certamente feliz porque acaba de ser destituído dos mares de alecrim normal, mas não quis dar uma volta ao verde dos viajantes perdidos, e sendo assim,
nada a opor...
O beijo da chuva se das coisas impossíveis uma mentira também não mentira do destino!
Aqui vestido.
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