Rua do meu irmão e que morrerá dentro do sítio invisível milagre da espuma janela.
As pinturas do desconhecido vento, sentindo o peso da lua,
não talvez vá, ou também vá, lá estarei por uma pedra sendo degolado pela escuridão.
Este corpo é um pedaço de uma sílaba, e logo depois a solidão também não. Tragédia uma mentira.
Rua do meu irmão de luz e migalhas, uma janela também não pertencer às pessoas que se escondem no arvoredo...
É uma realidade que o mundo está louco, mas fatiando o luar, ela louca de luz.
Ela louca de uma sílaba amor.
O beijo da mãe na segunda janela do desejo. Pois é, uma lâmpada destinada ao mar, envenenado não, é uma rua poesia que eu tenho o teu corpo.
Depois falamos sobre o mar, e
talvez seja preciso um relógio para perceber o meu olhar.
As vacas no pasto, a santa milagre observa-me na distância entre o teu corpo e o meu olhar.
Depois,
as flores e as plantas.
Rua do,
talvez seja meu irmão,
canção,
dança do sol, rua nua lição de poesia, que não é uma mentira, mas um dia de luz.
A rua da minha casa.
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