07 dezembro 2024

A rua da minha casa

Rua do meu irmão e que morrerá dentro do sítio invisível milagre da espuma janela. 

As pinturas do desconhecido vento, sentindo o peso da lua, 

não talvez vá, ou também vá, lá estarei por uma pedra sendo degolado pela escuridão. 


Este corpo é um pedaço de uma sílaba, e logo depois a solidão também não. Tragédia uma mentira. 

Rua do meu irmão de luz e migalhas, uma janela também não pertencer às pessoas que se escondem no arvoredo... 


É uma realidade que o mundo está louco, mas fatiando o luar, ela louca de luz. 

Ela louca de uma sílaba amor. 

O beijo da mãe na segunda janela do desejo. Pois é, uma lâmpada destinada ao mar, envenenado não, é uma rua poesia que eu tenho o teu corpo. 


Depois falamos sobre o mar, e 

talvez seja preciso um relógio para perceber o meu olhar. 

As vacas no pasto, a santa milagre observa-me na distância entre o teu corpo e o meu olhar. 

Depois, 

as flores e as plantas. 


Rua do, 

talvez seja meu irmão, 

canção, 

dança do sol, rua nua lição de poesia, que não é uma mentira, mas um dia de luz. 


A rua da minha casa.


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