Hoje a tristeza nos olhos de uma pintura, as asas nas páginas da memória, insensato mergulho, no escuro
a fúria amarga, a janela sem som, sem tristeza solar,
hoje a rasante ira da cor, do meu negro destino sempre que a ponte está infinitamente ausente dos pilares em aço,
as crianças são sinceras, honestas
são alegria, sílaba hora capaz de erguer sobre o muro, a minha ordem, das lágrimas palavras,
as páginas,
na insónia.
Hoje a tristeza nos olhos sem mar, do mar leviano tendo sempre na mão a ausente quase nome de uma rua, que quase
desmaia, que quase ejacula sobre a areia…
O poema de não ser ou ter, uma lágrima praia.
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