Da terra lavrada, na tua pele semeada, a semente invernal que durante o dia, quando quase noite
se veste de nada,
se irrita com o som das tuas lágrimas, no ventre de uma maçã a despedida de um soldado menino,
trazendo do sono,
um outro destino,
da terra inventada
à seara mendigo,
na terra o meu corpo cremado, e uma mortalha capaz de arder nos lábios, estonteante desta casa agastada
mísera a maré que da tua mão embarca, navega sobre o sol
e se barco eu esperava que fosse,
nem jangada, nem o barco que eu sonhava…
nem tão pouco a terra queimada.
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