O trigo está no sorriso da tua mão, do teu cabelo o rio recusando a minha sombra,
o rio na saliva do desconhecido,
e que morrerá de saudade.
O rio cercado pela cidade,
da boca a tua, cidade lua
que a luz do sol chama para si
e sentir o teu corpo todo em mim.
Toda nua,
na tua pele o poema que te escrevo,
a flor que desejo da floresta
que qualquer livro afugenta...
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