Dóceis, as tuas mãos incendiadas pelo silêncio
De mais
Um dia,
Dóceis, as tuas mãos
Quando poisam sobre a alvorada,
O teu sorriso,
Acorda-se e recorda-se,
Do meu olhar.
Dóceis, as tuas mãos incendiadas
Nesta manhã de neblina, do outro lado da
rua
Um apito, um uivo inventado por uma
árvore
Se às tuas mãos voltassem,
Nas dóceis mãos tuas
A cada meu olhar.
Castedo do Douro, 04/10/2024
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