sem nome
o punhal da insónia
no meu peito
o coração morre
e uma finíssima nuvem de
pedacinhos
misturam-se no mar
sem nome
dono
o meu coração vagueia
dentro de uma esfera de
vidro
o punhal da insónia
a solidão dos dias sem
poesia
sem nome
sem dono
sem dia
o meu coração de vento
sem alegria.
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