No cancro da voz, oiço o teu olhar
E sinto na mão a ausência do corpo e sinto-o suspenso
Na tarde, em lágrimas de luz
Cansaço e calor e vento e vento e chuva e frio e frio ou calor, frio, calor
No cancro da voz
Oiço o teu nome; Cristina.
15/09
14:29
No cancro da voz, oiço o teu olhar
E sinto na mão a ausência do corpo e sinto-o suspenso
Na tarde, em lágrimas de luz
Cansaço e calor e vento e vento e chuva e frio e frio ou calor, frio, calor
No cancro da voz
Oiço o teu nome; Cristina.
15/09
14:29
Acordo, e penso em ti
Adormeço, pouco
E sonho contigo…
Imagino, tocar-te e acariciar
a tua pele de aço S355,
Como se ela fosse o
amanhecer.
Não, não estou a falar de
quem lê os meus versos na escuridão da noite, não, não és tu
É esta viga, que cada vez
mais, me fascina e que tanto me encanta.
15/09
11:51
Tão triste, anda o sol
Se a noite, um dia
O aproveitar, que a lua
Triste, ausente
Talvez, ela sente
A tristeza, do sol e o
silêncio do mar
Tão triste, anda o sol em
seu girar
Que a lua, que a lua não
tem mais luar.
15/09
02:28
No azul-amar, se rios
e mares, distantes
doentes,
ou ausentes,
na voz, a disfarçada gota
de água
que dança sobre o gelo,
que come e que dorme, na
dor
e da porta que se abre,
aqui
quase dia, quase
outra cidade.
Pegava na tua mão, e dava
duas voltas
ao sol, e três curvas, ao
luar.
14/09
03:20