Até que a noite o sinta,
o tigre
o leão, e a abelha é
despedida do vento
quando a colmeia é o
sangue menstrual da madrugada, quando o dente do sizo
e o granizo
e a aldeia dos macacos, é
a primavera encantada
na sombra, e no caixão
que o corpo espera, o
fogo
e o barco à vela, em mão
contra.
Tudo desapareceu, até o
céu
o silêncio do cinzento, o
encardo da pele crestava e sentia
na alma diáfana do
milhafre ferido, no destro
na boca do rio, da
malhadeira encostada
à serpente, que mente
que diz a toda a gente, o
verso
não o é, mais
a flor; ausente.
06/08
20:12